Tem uma terça-feira que se repete em muita loja. O cliente manda no WhatsApp: “a cuba da pia chegou?”. Quem atende abre o grupo, procura a planilha que o financeiro atualizou ontem e, se não achar, liga para o depósito. Três minutos depois a resposta sai. O cliente já mandou de novo.
Isso ainda não tem cara de projeto. Tem cara de retrabalho.
Por que isso acontece
O dado nasce no pedido e depois se espalha. O vendedor confere o estoque, o depósito confere de novo porque não confia na mensagem, e o status “saiu para entrega” depende de alguém lembrar de atualizar. O relatório da sexta só existe se uma pessoa montar na mão. Um dígito trocado no endereço manda a entrega para o bairro errado.
A equipe vira a memória do fluxo. Quando essa pessoa falta, o dono fica sem número e o cliente fica sem resposta.
Como resolver
Não comece pelo nome do software. Escolha um fluxo curto, repetido e com regra clara. Na loja, o aviso de “pedido saiu” é um bom recorte: o dado já está no pedido, a decisão é saiu ou não saiu, e quem precisa saber é o cliente.
Cadastro de interesse e lembrete de cobrança também servem. Deixe de fora, por enquanto, o desconto que muda no balcão toda semana. Isso ainda é conversa, não fluxo.
Antes de ligar qualquer ferramenta, responda três perguntas: de onde vem o dado, qual decisão já está definida e quem avisar quando algo foge do combinado.
Como a Wave entra
No diagnóstico, a Wave senta nesse recorte com você. O primeiro fluxo entra no lugar do retrabalho. O resto da operação continua onde está. O vendedor deixa de ser a memória da loja: quando o cliente pergunta da cuba, a resposta sai do status do pedido.
Se três desses atrasos aparecem toda semana, leve o nome do processo, quem executa e onde o cliente cobra. Fale com a Wave com isso na mão. O texto sobre agente de IA mostra como essa resposta chega no celular.